COMPETITIVA MINAS

Guilherme Whitaker
Idealizador e produtor da Mostra do Filme Livre desde 2002 – hoje a maior mostra de cinema independente brasileiro (exibe 200 filmes em mais de 100 cidades do Brasil por seis meses). Criou em 2000 o site Curta o Curta, primeiro portal de difusão de curtas-metragens brasileiros, que desde 2005 é também uma distribuidora de filmes. Realizador e produtor de mais de 50 filmes de curta-metragem de todos os gêneros e formatos (do digital ao 35mm). Mais informações sobre o jurado aqui.

Peter W. Schulze
Peter W. Schulze é um pesquisador e professor de Cinema da Universidade de Bremen, na Alemanha. É autor de livros sobre o trabalho do cineasta Glauber Rocha, sobre a relação entre o cinema e a globalização, sobre as passagens transmídia de gêneros, entre outros tópicos. Desenvolveu inúmeros eventos culturais e realizou a curadoria de mostras de cinema, entre elas “Transpositions: literature and cinema in Brazil”, no contexto da Feira do Livro de Frankfurt 2013. Peter participou como jurado de vários festivais internacionais de cinema, mais recentemente na seção “Competencia Largometrajes Internacionales”, no Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay, em Montevideo (2015).

Adriana Vila
Cineasta, artista e antropóloga venezuelana. Seu trabalho transita entre os reinos da criação documental, dos diários etnográficos e da experimentação cinematográfica, particularmente em Super-8 e 16mm. Interessada na materialidade e na imaterialidade do filme em diversas formas (exibição, performance e instalação) como meios para a exploração da confusão e da autoconsciência. Fascinada por seus mistérios e ilusão, úteis para abordar o invisível, como rituais pessoais e coletivos. Adriana é cofundadora do laboratório de filme analógico independente Crater-Lab, onde cria seu trabalho no cinema, realiza a curadoria de programas de filmes experimentais e tem desenvolvido diversos workshops sobre cinema expandido, técnicas alternativas de revelação e cinema artesanal sem câmera para crianças. Atualmente, está finalizando seu doutorado em Antropologia Social e Cultural na Universidad de Barcelona com a tese “The Making of a Film Portrait: creation, authorship and imaginary in documentary filmmaking”, um estudo etnográfico sobre os processos implícitos na construção narrativa e visual de seu documentário de longa-metragem “BELEN”.


COMPETITIVA BRASIL

Eduardo de Jesus
Eduardo de Jesus (Belo Horizonte, 1967) é graduado em Comunicação Social pela PUC Minas, mestre em Comunicação pela UFMG e doutor em Artes pela ECA/USP. É professor do programa de pós-graduação da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas. Atuou como curador nas exposições “Dense Local” no contexto do festival Transitio-MX (Cidade do México, 2009), “Esses espaços” (Belo Horizonte, 2010), no Festival de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (São Paulo, 2013) e no FIF-Festival Internacional de Fotografia (Belo Horizonte, 2013 e 2015). Nos últimos anos, tem pesquisado as relações entre imagem em movimento e espaço.

Patrícia Moran
Pesquisa performances audiovisuais em tempo real apresentadas em diversos contextos sociais e artísticos e heterogêneas em suas abordagens poéticas, tema sobre o qual tem escrito. Leciona na USP, no Curso Superior do Audiovisual. Atualmente, é diretora do CINUSP Paulo Emílio. Diretora de diversos curtas narrativos, não narrativos, de documentários e de vídeos exibidos em festivais como Berlinalle (curtas Clandestinos e Plano-Sequência) VideoBrasil e diversos outros, tendo recebido prêmios. Doutora em comunicação e semiótica pela PUC de São Paulo.

Luis Macias
Luis Macias é um artista, cineasta, reciclador de imagens e professor de cinema. É membro do duo Crater e cofundador do CRATER-Lab, um laboratório de cinema analógico independente, gerido por artistas. Suas propostas em formato fílmico e/ou em vídeo são concebidas tanto para projeção em sala escura como para filme performance ou instalações. Paralelamente, Macias desenvolve oficinas, que misturam teoria e prática, especializadas em distintas variações do cinema experimental – apropriação, cinema sem câmera, Super-8 e 16mm e/ou revelações experimentais – tanto em escolas de cinema como em centros de arte e museus. Suas obras têm sido exibidas em festivais, museus e centros de arte da Espanha e de outros países europeus, além de Ásia, América Latina e Estados Unidos.


COMPETITIVA INTERNACIONAL

Thiago Macêdo Correia
Trabalha com produção cinematográfica desde 2007, sendo responsável pela produção executiva e direção de produção de diversos filmes da safra mais recente do cinema mineiro. Dentre seus trabalhos estão “Dona Sônia pediu uma arma para seu vizinho Alcides”, de Gabriel Martins (seleção oficial em Rotterdam, Clermont-Ferrand, entre outros); “Pouco Mais de um Mês” e “Quintal”, ambos de André Novais Oliveira (ambos selecionados para a Quinzena dos Realizadores de Cannes); “Tremor”, de Ricardo Alves Jr. (seleção oficial do Festival del Film Locarno; Melhor Direção, Fotografia e Montagem no 46º Festival de Brasília); “A Vizinhança do Tigre”, de Affonso Uchoa (Melhor Filme na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes); “Ela Volta na Quinta”, de André Novais Oliveira (seleção oficial do 25º FID Marseille, do 47º Festival de Brasília, Melhor Filme no Panorama Coisa de Cinema e na Semana dos Realizadores). Atualmente, trabalha nos longas-metragens “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans; “No Coração do Mundo”, de Gabriel Martins e Maurilio Martins; e “Elon não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr.

Ana Lúcia Andrade
Professora Associada do Departamento de Fotografia, Teatro e Cinema da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (DFTC/EBA/UFMG) no Curso de Graduação em Cinema de Animação e Artes Digitais e no Programa de Pós-Graduação em Artes (Mestrado e Doutorado) da EBA/UFMG – Linha de pesquisa: Cinema. Coordenadora do Cineclube UFMG. Autora dos livros “Entretenimento Inteligente – o Cinema de Billy Wilder” (Editora UFMG, 2004) e “O Filme dentro do Filme – A Metalinguagem no Cinema” (Editora UFMG, 1999). Roteirista e produtora do curta-metragem em animação “Bandeira” (Brasil, 2006, direção de Antonio Fialho). Área de atuação: Artes/Cinema, com ênfase em linguagem e narrativa cinematográficas, cinema industrial, Cinema Clássico, leitura do espectador, análise fílmica. Doutora em Ciências da Comunicação (Cinema) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2000). Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (EBA/UFMG, 1997). Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG, 1993).

Tania Anaya
Tania Anaya é mestre em Artes e graduada em Desenho pela Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais. Estudou animação no Núcleo de Cinema de Animação de Minas Gerais, fruto de cooperação técnica entre Brasil (Embrafilme) e Canadá (National Film Board of Canada). Entre seus trabalhos, se destacam: “Ãgtux” (documentário e animação, premiado em vários festivais, entre eles, 53 Internationale Kurzfilmtage Oberhausen/Alemanha); “Castelos de Vento” (Tatu de Ouro pela melhor animação na 25ª Jornada de Cinema Íbero-Americano da Bahia); vinheta para “Absolut Vodka”. Além do cinema de animação, também se dedica à realização de documentários. Atualmente, realiza seu primeiro longa-metragem, em desenho animado, “Nimuendajú”.